Coluna do Pigosso: Pra não dizer que não falei

| ADEMIR PIGOSSO


Ademir Pigosso (Colunista)

PRA DIZER QUE NÃO FALEI

“Quem respeita a bandeira desde pequeno saberá defendê-la quando for grande.”

Edmundo de Amicis

 

Desde muitos anos, os povos buscam na bandeira a sua identificação e sua história. Trazendo com ela um desejo ou imaginário, a bandeira pode ser utilizada para demonstrar um ideal ou uma necessidade, tal qual nem sempre saberemos. Muitos levantam bandeira e buscam aquilo que se aspira, ou apenas acreditam que seria melhor para ele e seus representados. 

A bandeira, apenas um pedaço de pano, horas retangular, com cores e significados, que podem ser distintas ou não, lembra um povo, uma nação, um time, um partido ou grupo, e em geral lutando por algo.

Ela é tremulante, soberana e imponente, se faz como ninguém num dia de vento ou mesmo sem quase nada. De longe pode ser vista e apreciada. Ao vê-la, podemos imaginar e buscar nas suas cores e brasões a luta de um povo. Povo esse que lutou, que se entregou; fez guerra, deu a paz; foi vencedor, foi perdedor; tremulou e as vezes ficando ao meio mastro.

Qual lado, qual vento?

Alta, ou baixa?

Que todas as bandeiras possam ser vistas, é representante legítima do seu povo. Que o povo não fique na bandeira, mas sim à frente da bandeira, onde quando olhamos vemos um povo, uma nação, e não apenas um pedaço de pano a tremular. Quem de cedo aprende a respeitar, crava no peito as cores que deseja lutar.

Pense nisso...

Hoje o nosso abraço vai pro Cursilho de Adultos e Jovens de Ivinhema.

(Ademir Pigosso)

 

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Site AconteceuMS



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