Coluna do Pigosso: Enfim ela chegou

| ADEMIR PIGOSSO


Ademir Pigosso (Colunista)

ENFIM ELA CHEGOU

Aos dezenove dias de junho de dois mil e vinte e um, ela chegou. De maneira esperançosa e com grande alegria que recebi a dose da vacina. Embora seja a tão falada PFIZER, para mim não faria diferença, pois todas tem a sua eficácia e ambas estão regulamentadas pela Anvisa.

Já se aproximavam das cinco horas da manhã, quando cheguei ao local indicado pela Secretaria de Saúde de nossa cidade. Acreditando ser um dos primeiros, me enganei, a fila já contava com mais de vinte pessoas.

Quando deu sete horas os portões se abriram. Fomos recebidos, ainda na fila, pelas agentes de saúde que distribuíam senhas e encaminhavam para o local de espera. Porém, antes da vacina, uma outra pessoa providenciava os documentos dos pacientes que estavam em falta.

Aguardando mais um pouco, fui chamado para triagem. Logo depois, a moça que fazia a vacinação me olhou e chamou. Preparou a dose, me mostrou, aplicou e novamente me mostrou, agora a seringa vazia, fazendo assim o seu trabalho. Trabalho esse que é fundamental, sei que são profissionais e recebem para o tal, mas com um carinho e uma atenção diferenciado. Vesti meu casaco e fui para casa, agradecido por agora estar no grupo dos vacinados.

Todo esse trabalho empregado pela Secretaria de Saúde e outras pessoas envolvidas é de extrema importância para a população. Fazer o trabalho com carinho, amor e atenção é como se a vacina trouxesse consigo um efeito instantâneo.

Sabemos que para ficarmos imunizados são necessárias as duas doses, no entanto, mesmo com uma ou com as duas doses, devemos usar a máscara e higienizar as mãos e os objetos que tocamos, pois você está vacinado, mas o seu próximo ainda não. Somente assim vamos combater esse vírus.

Pense nisso...

(Ademir Pigosso)

 

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Site AconteceuMS



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