Coluna do Pigosso estreia no próximo domingo; Hoje homenageia as Mulheres

| REDACAO ACONTECEUMS / ADEMIR PIGOSSO


Foto: Divulgação

Todo domingo teremos uma coluna produzida por Ademir Pigosso, formado em Pedagogia pela UEMS e Pós-graduado em Psipegagogia pela Castelo Branco do Rio de Janeiro. Graduado em Ciências Biológicas também pela UEMS e Pós-graduando Auditor e Perito Ambiental pela Unicesumar.

Para hoje, 08 de Março de 2021, Dia Internacional das Mulheres, Pigosso já deixa um pouco de como será sua coluna semanal:

 

“Dia 08/03/2021, Dia Internacional das Mulheres.

O primeiro dia internacional das mulheres foi celebrado em primeiro de Maio de 1908, nos Estados Unidos.

A ideia que nos remete ao Dia Internacional das Mulheres, vem de que tenha ocorrido um incêndio em um fábrica têxtil, em Nova York, quando 130 operárias morreram carbonizadas. O ocorrido foi em 25 de março do mesmo ano, onde foi marcado por lutas feministas ao longo do século XXI. Protestos esses, queriam a redução da jornada de trabalho que era de 15 horas/dia, salários medíocres, melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, que era comum durante esse período.

O primeiro dia foi celebrado em maio de 1908, nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade economica e política do país.

Depois passou a ser comemorado em 28 fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3000 pessoas, no centro do Nova York, que culminou em uma grande greve que fechou mais de 500 fábricas. Somente em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU), assinou o primeiro acordo internacional que firmava princípios de igualdade entre homens e mulheres.

Em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional das Mulher e em 1977, o 08 de março foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas. Depois de tantas lutas, a desigualdade continua semelhante, temos os homens com maiores salários, menor número feminino nas representantes no meio político, e quando ocorre de uma ser eleita em cargos como prefeita, governadora, não são tão bem aceitas quanto os homens.

A mulher vem passando por uma grande transformação na sua vida profissional, ela quer e ela vai atrás. Porém, não era bem assim, muitas só poderiam ir à escola até o chamado quarto ano, depois faziam o corte e costura, e tão logo estava pronta pra casamento.

Era submissa ao marido, e deveria fazer ser desejos e caprichos, e quando não, o marido se achava o dono da mesma. Numa busca pela igualdade, ela passa a estudar mais, a buscar um emprego, brigar pelos seus direitos e ter voz na sociedade.

O mundo, o Brasil e o município de Ivinhema, tem nos mostrado mulheres que são muito mais que "mulheres de fibra", são pessoas, mães, esposas, parceiras, trabalhadoras, lutadoras e idealizadora.

Quero, em nome de uma mulher de Ivinhema, homenagear todas as demais.

O nome dela é Tia Nita.

Um forte abraço e até semana que vem.”

(Ademir Pigosso)

 

Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Site AconteceuMS



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